- Segue uma seleção de perguntas e respostas retiradas de diversas entrevistas feitas pela mídia, escrita e falada, com Victor&Leo:

P. É possível observar nos arranjos das músicas de vocês influências musicais das mais diversas como rock´n´roll, blues e música regional. De onde vêm as suas influências musicais, que sons vocês curtem atualmente e de onde vêm as inspirações para as composições ?

R. Realmente, nossas influências são muitas. Ouvimos o que nos emociona e julgamos isso pela letra, melodia e arranjos de uma canção. Gostamos muito de trabalhos regionais como o de Almir Sater, Alceu Valença e Zé Ramalho e também de sons diversos internacionais como Enya, Eric Clapton e Phil Collins. Ouvimos de tudo um pouco mas não imitamos nada. A soma real do que ouvimos como referência está na essência e no quanto isso pode inspirar. Não dá para dizer de onde vem inspiração. É uma coisa que só se pode ver e ouvir com a alma e que está ao alcance do que só se pode sentir. Uma boa canção são notas musicais letradas que se aproximaram muito da essência e do sentimento de que saíram.
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P. De onde vem o enfoque mais poético e divertido da música de vocês? O romantismo é bem marcante também, mas sem se tender ao estilo "dor de cotovelo". É uma estratégia ou algo pensado para que o trabalho de vocês seja um pouco diferente ?

R. Nada do que fazemos é exatamente pensado, embora com o tempo, acabamos aprendendo a usar nossas emoções em nosso favor. Para se ter uma idéia, "Fada" e "Amigo Apaixonado" são canções compostas há mais de 10 anos e "Fotos", uma canção de 2007. Nossa intenção é espiritualmente clara e queremos mesmo que as pessoas sintam-se bem quando ouvem nossas canções. Quando fazemos os arranjos ou composições, deixamos nossa alma falar e direcionamos esta linguagem para uma linguagem que seja entendível. Quando você é você mesmo, você é original porque ninguém é igual a ninguém. Por isso, fazemos música de um jeito próprio.
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P. Quais os maiores obstáculos que enfrentaram e as maiores alegrias? Dizem que fama e sucesso tem perfume irresistível, o assédio realmente aumenta com a exposição e sucesso? Poderiam contar pra gente algum fato inusitado e louco de algum fã ou fato de alguma tiete que tenha surpreendido vocês?

R. Os maiores obstáculos são nossas próprias superações como lidar com nossos orgulhos, vaidades e inseguranças. O problema do início não está em falta de grana ou de oportunidade. Está em você fazer seu trabalho valer mais e trabalhar para que a oportunidade também te busque. Não existem injustiçados quando o assunto é trabalho. Existem aqueles que desistiram porque acharam os problemas grandes demais e aqueles que venceram porque continuaram tentando, independente do tamanho dos desafios. Temos 16 anos de carreira. Chega um tempo em que você percebe que muita gente gosta do que você faz e que o que você é, poucos conhecem. Então fica mais fácil lidar com o assédio. Chega um tempo em que você decide não fazer seu trabalho por fama ou sucesso, porque percebe que isso pode nunca chegar. Então, quando você passa a fazer algo por amor às pessoas e ao quanto você se realiza, fama e sucesso chegam e você nem percebe. Aliás, os valores de quem ama não são fama e sucesso, porque isso passa. Amor é para sempre! Quanto a um fato louco, houve um show em Brasília-DF, em que uma fã escalou uma estrutura de mais de 15 metros de altura, acreditamos que para chamar nossa atenção. Ela se deslocou perigosamente até o palco por cima de uma multidão de mais de 20 mil pessoas. Os bombeiros a escoltaram até o palco mas nós reprovamos sua atitude. Dissemos a ela que não foi só uma loucura, mas também um descaso para com sua própria vida.
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P. Já existe perspectiva de algum show internacional pra vocês? Apesar da carreira de vocês vir se construindo ao longo de vários anos, como vocês encaram ter estourado no Brasil em menos de 1 ano após a exposição na mídia ? Atingir o sucesso não foi fácil, que diretrizes vocês pensam tomar para não caírem no esquecimento e continuarem uma carreira promissora ?

R. Já existem propostas para shows fora e também de lançamento em espanhol. Embora não vejamos limites para a expansão de nosso trabalho, ainda é cedo e nem nos firmamos em nosso próprio país. É uma realização rara e honrosa para um artista, ver seu trabalho reconhecido por todo um país antes de aparecer em qualquer programa ou mídia nacional. Tivemos a grata experiência de estarmos ao lado de pessoas cantando nossas canções sem que elas nos reconhecessem, pois não conheciam nosso rosto. Não houve lançamento nem investimento. Nosso CD ao vivo foi gravado de forma independente e totalmente produzido por nós mesmos em São Paulo-SP, onde morávamos e cantávamos na noite durante anos. Foi o público e continua sendo o público nosso maior divulgador. Não temos a menor preocupação com o futuro.Fazemos nosso trabalho sem a pretensão de ser sempre um grande sucesso. Em cada ano crescemos como pessoa, espírito e profissionalmente. Então, o que faremos é dar continuidade e crescente qualidade à nossa música, feita para trocar luz e harmonia com quem ouve. O resto é consequencia.
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P. É sabido que vocês tocaram na noite e em bares.Qual foi o acontecimento que marcou o exato instante para o trabalho de vocês ser descoberto e mostrado para o país todo? Quem foi o responsável por esta descoberta e por empreender a dupla fazendo estourar o trabalho de vocês ?

R. Tecnicamente, já respondemos. O acontecimento foi a gravação de nosso terceiro CD, chamado Victor&Leo ao Vivo, arranjado e produzido por nós mesmos e de forma independente. O responsável por esta expansão foi o público , crescente e vasto, e o qual não se limita apenas em quem gosta de música sertaneja. Não tivemos empresários ou investidores durante este acontecimento nacional. Em tempo, precisaríamos de quem pudesse tomar onta dos negócios , na parte de vendas e de manuenção. Conhecemos os excelentes parceiros os quais trabalham conosco em sociedade, mas não são e não foram investidores.Somos donos de nosso negócio e temos a felicidade sermos nossos próprios produtores também, junto a uma gravadora que respeita isso 100% e passou a distribuir nossos trabalhos como eles são.
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P. Entre gente de todas as classes, percebem-se pessoas também de todas as idades nos shows de vocês. Mas é notável o número de crianças e a forma como elas cantam suas canções. Como vocês se sentem?

R. Isso é um orgulho! Há muitas crianças nos shows e em diversas partes do Brasil, os pais levam seus filhos que cantam nossas canções, principalmente "Vida Boa" e "Fada". As crianças são energia de pureza, então tomamos cuidado com nossas letras, atentando para o fato de que crianças as cantarão e de que adultos poderão sentir esta pureza em seus corações também.
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P. Como foi o início? A experiência tocando em barzinhos? Como foi a passagem por Belo Horizonte e por São Paulo? Quais as diferenças entre a carreira independente e carreira vinculada a uma grande gravadora?

R. O início foi despretencioso e natural. Não havia intenção profissional, embora levássemos a sério até as canjas na pracinha da cidade junto aos amigos, em Abre Campo-MG, onde fomos criados. Tocamos em bares por quase 15 anos e isso foi o "laboratório" através do qual pudemos conhecer nosso público e amadurecermos a linguagem que nos aproximaria dele. Saímos do interior mineiro em 1994 e fomos para Belo Horizonte, onde começamos num bar no calçadão, tocando de mesa em mesa até tocarmos me casas maiores da noite. Lá, gravamos 2 cd´s promocionais os quais foram nossas primeiras experiências em estúdio. Em 2001 , fomos para São Paulo. Gravamos o primeiro cd de mercado por uma gravadora pequena chamada Number One mas logo saímos e nos tornamos independentes para podermos fazer coisas o nosso jeito. Em 2003, gravamos e produzimos um CD chamado Vida Boa que teve excelente aceitação entre nosso público da noite paulistana. Deste cd, partimos para uma gravação ao vivo a pedido do público. Daí, de forma independente, surgiu Victor&Leo ao Vivo que, ao ser tocado em uma rádio no triângulo mineiro, em Uberlândia-MG, pela primeira vez, despontou para todo o Brasil.O CD Victor&Leo ao Vivo espalhou-se por todo o país, sem mídia e sem investimento, gerando muitos shows e muitos primeiros lugares em diversas emissoras, sem gravadora, porém, sem distribuição. Então, as pessoas ouviam no rádio, mas adquiriam na pirataria. Quando a Sony-BMG nos procurou, queria distribuí-lo e, mesmo sabendo que ele tanto havia sido pirateado, compensou muito rendendo disco de ouro em dois meses de distribuição. Nossa condição foi a de que continuaríamos produzindo, arranjando e dirigindo os trabalhos, bem como fizemos com o DVD e CD ao Vivo em Uberlândia, lançados também pela Sony-BMG. Assim, da forma respeitosa e justa como fomos contratados pela Sony, a diferença se faz, principalmente pela distribuição original do produto.
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P. A internet tem se mostrado uma importante ferramenta de divulgação artística. Músicos independentes usam o Youtube, por exemplo, para divulgarem seus trabalhos, e acabam fazendo muito sucesso. Há também o Orkut. Inclusive, a comunidade de vocês é muito grande no Orkut. Vocês têm um planejamento de divulgação da dupla via internet?

R. Não é bem um planejamento mas acompanhamos de perto. Embora nunca tenhamos postado qualquer vídeo na net ou feito qualquer comunidade em sites como o Orkut, através de nosso site (www.victoreleo.com), temos o termômetro exato da satisfação pública com os shows e produtos. Mantemos uma assessoria humanizada que responde, diariamente, todas as mensagens de diversos pontos do país, sendo um canal aberto para a solução de dúvidas e absorção de sugestões . No site, encontram-se informações diversas sobre nossa carreira, além de as pessoas poderem ter acesso a notícias e novidades.
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P. Vocês cantaram juntos pela primeira vez em 1992. Como foi a iniciação musical de vocês?

R. Pura e acima de tudo, despretenciosa. Não pensávamos em ser cantores. Cantávamos para amigos na pracinha da cidade (mas já criando um estilo e nos recusávamos a imitar outros cantores), depois em alguns botecos após participarmos de um pequeno festival local e só depois de um bom tempo pensamos em nos profissionalizar.
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P. Victor, você é considerado um dos maiores compositores do país. A dupla investe em composições próprias?

R. Nosso trabalho é praticamente autoral. Os arranjos de todas as canções são feitos por mim e pelo Leo. Então, mesmo aquelas que não nos pertence em autoria, ganham a nossa cara como se fossem. Meu toque ao violão também é muito próprio, sendo a base instrumental de nossos arranjos. Então, compor e arranjar é parte natural de nosso estilo. Digo nosso, porque em tudo o que faço, inclusive compor, há um toque fundamental e artítico em aprovação, opinião e parceria do meu irmão, Leo.
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P. São quatro CDs oficiais em 16 anos de carreira. Por que tão poucos discos em um espaço de tempo tão grande? Quais foram as maiores dificuldades no início da carreira? A falta de oportunidade?

R. Nosso trabalho sempre fluiu naturalmente. Não forçávamos o sucesso gravando discos quando nem maturidade vocal para isso tínhamos. Houve oportunidade, mas a verdade é que teria sido péssimo lançar trabalhos tão prematuramente. Este é um problema entre investidores mal informados e artistas mal acabados. Um cara acha bom o trabalho de um artista ainda muito “verde” e imaturo e resolve investir. O artista por sua vez ainda não amadureceu tecnicamente nem espiritualmente, então, canta mal e sonha com dinheiro e fama. O resultado disto é sempre imprevisível, mas provavelmente frustrante. A melhor estrada é aquela que você constrói caminhando! Termos sido e ainda sermos nossos principais investidores, nos custou muitos anos em anonimato e dificuldade, mas também nos rendeu a necessária maturidade para entender que as melhores coisas, só acontecem no tempo certo.
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P.Vocês nasceram em uma cidade, foram criados em outra e já moraram em diversas ouras. De onde vocês são e onde moram?

R. Fomos criados em Abre Campo-MG e consideramo-nos de lá, de coração. Nascemos em Ponte Nova-MG, mas conhecemos muito pouco da cidade. Passamos por Belo Horizonte por 8 anos, São Paulo por 6 anos e, atualmente, residimos em Uberlândia-MG, a qual ficamos conhecendo mesmo, após a gravação do DVD.
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P. Assistindo aos shows da dupla, em qualquer parte do país, nota-se que o público canta todas as canções com espantoso entusiasmo, parecendo tratar-se de um repertório em que se uniu o melhor de vários discos, quando é de apenas um. A que se deve esse fenômeno? Houve alguma canção de trabalho que puxasse as outras?

R. Realmente acontece isso! Ficamos honrados, ao mesmo tempo em que realizados, mas não nos colocamos como os responsáveis isolados por tal fato. Energia de amor ao que se faz e por quem se faz é contagiante, até para os não adeptos. Subimos ao palco para esta doação de energia, não para receber títulos ou aplausos. Nossa função é a de doar, porém, uma troca se estabelece sempre, pois o público é sempre generoso retribuindo esta força em dobro. Nunca houve uma canção especifica de trabalho. Numa região do país em que se tocava mais “Fada”, em outro instante tocava-se mais “Vida Boa”. Em outros lugares era “Sinto Falta de Você” e em outros, “Amigo Apaixonado”. Hoje, em muitos lugares toca-se “Fotos”. Consideramos uma graça alcançada, não haver uma determinada canção de trabalho, sendo isso um sinal de que o cd está sendo e foi muito bem aproveitado pelo público em geral.
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P. Há meses que o nome e as canções de vocês ocupam , senão o primeiro, mas sempre as primeiras posições em sites de busca por cifras e letras na internet. Houve, não raras vezes, ocasiões em que tanto o nome Victor&Leo quanto uma canção da dupla ocupavam o primeiro lugar em top 10 de artistas e canções, consecutivamente. Em diversas emissoras de rádio, canções de Victor&Leo ocupavam e ocupam mais de duas, quando não mais de três posições entre as mais pedidas. Há anos não se via tal sucesso com um artista. Como vocês se sentem?

R. Não nos sentimos mais que ninguém, até porque não somos e nunca seremos melhores que ninguém. Isto se deve ao quanto as pessoas absorvem positivamente nosso trabalho, não ao quanto somos bons. Fazemos o melhor que podemos em relação a sermos úteis, tanto à música quanto às pessoas. Cremos que atitudes humildes, em que você reconhece seus erros para corrigi-los, levam a trabalhos e condições melhores de vida.O resultado é sempre positivo quando não se pensa no resultado e sim, em dar o melhor de si ao fazer o que se ama!
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P. Em 2007, vocês bateram recordes de público e fizeram diversos shows para mais de 10, 20 e 30 mil pessoas, em diversas cidades e estados. Ainda assim, são conhecidos por tratarem muito bem as pessoas e os fãs, em geral. Isso é natural?

R. Certamente. Não enxergamos fãs, enxergamos pessoas. E cada pessoa tem sua história de vida, suas vitórias, seus traumas e suas virtudes. Se alguém nos enxerga como ídolos, respeitamos, mas preferimos não nos portar como tais. Não somos estrelas, somos luas, e as pessoas que dividem nossa música conosco, são o nosso sol. Quando estamos diante de uma multidão, sabemos que cada pessoa ali pagou um ingresso para nos assistir, se deslocou de casa ou do trabalho, possui um sentimento específico em relação ao lugar, ao show, a si mesma, e veio em busca de emoção. Então não há uma multidão e sim, milhares de "cada um". Por se tratar de gentedemais, fazemos um show coletivo, mas sem esquecer a individualidade de cada um.




3 comentários:

rafaela disse...

ola , eusou RAFAELA OLIVEIRA SANTOS gosto muito da dupla victor e léo na verdade eu amo os dois demais , eu sou muito fã deles e queria poder passa pelo menos um dia com a dupla garanto que sera um dos dias mais feliz da minha vida eu moro em sao jose dos compos e perto onde eu moro tem um bairro chamado novo horizonte e na rua primeiro de maio sempre tem uma festa dia primeiro de maio é claro, e eu queria muito que vcs fossem cantar lá eu iria adorar e queria que lá no palco eles mandasem um beijo e falasem algo para mim como eu ja disse meu nome é rafaela oliveira santos eu queria subir no palco e abraçar e beijar vcs muito .xau xau , beijosssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss do tamanho do coraçao de vsc.

rafaela disse...

AMO VCSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSVICTORSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSESSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSLÉOSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS

Anônimo disse...

necessario verificar:)